Jesus muda tudo por onde passa.

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Todo caminho é comum até Jesus passar por ele.

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Invocar para enriquecer-se de Deus.

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“Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam” (Romanos 10:12)

A palavra que precisamos não é apenas a que está na esfera judicial; precisamos ouvir o que o Senhor fala conosco de maneira viva. Em Seu ministério terreno, o Senhor teria um tempo limitado, somente três anos e meio, e não conseguiria falar tudo o que queria. Por isso disse que, depois de Sua morte e ressurreição, Ele enviaria o Espírito da realidade que os introduziria a toda realidade e os faria lembrar de tudo o que Ele dissera (Jo 14:17, 26).
Muitas vezes recebemos a Palavra em forma de doutrina. Podemos dizer que a palavra lógos, a palavra constante do Senhor, precisa tornar-se rhêma, a palavra instantânea do Senhor, isto é, o Senhor precisa falar de maneira viva a cada um de nós. Quando a palavra lógos se torna rhêma, a nossa vida cresce. As igrejas necessitam da palavra instantânea que o Senhor nos fala, da palavra rhêma.
João tomou esse encargo. Ele sabia que para ter vida o homem deve viver pelo Espírito. Além de desfrutar a Palavra como vida, invocar o nome do Senhor nos conduz a viver no Espírito. Invocar o Senhor deve tornar-se parte do nosso viver, assim como comer, beber e respirar. Hoje nós praticamos o invocar do nome do Senhor como parte do nosso viver. Visto que já não adoramos ídolos mudos, invocar o nome do Senhor torna-se algo prático, espontâneo e cheio de vida para nós (cf. 1 Co 12:2-3). Invocar o nome do Senhor não deve ser algo forçado; antes, deve ser espontâneo em nosso viver.
Paulo já havia ensinado acerca de invocar o nome do Senhor. Romanos 10:12-13 diz: “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Deus é rico para com todos os que O invocam. Invocar o nome do Senhor não é somente para conversão, mas é o nosso viver na igreja. Queremos ganhar toda riqueza de Deus? Basta-nos invocar o nome do Senhor e Deus nos dará toda a Sua riqueza, e Sua vida crescerá em nós.
Quando esteve com a igreja em Éfeso, João intensificou essa prática, ajudando-os a invocar mais o nome do Senhor. Invocar o nome do Senhor não é algo forçado, porém muito espontâneo. Estando no espírito, dizemos: “Jesus é o Senhor!”. No período posterior do apóstolo João, quando servia na igreja em Éfeso, os santos já suportavam provas por causa do nome do Senhor. Assim ele conseguiu levá-los para o Espírito, e no espírito ganharam vida. Graças ao Senhor!
Devemos ressaltar mais uma vez que precisamos tomar a Palavra do Senhor no Espírito, não como doutrina, mas como alimento. Ter a Palavra como doutrina é ter o lógos, faltando, porém, o falar pessoal do Senhor a nós de modo vivo. Quando João foi para Éfeso “consertou as redes”, auxiliando-os para que toda a doutrina se tornasse na palavra viva do Senhor.
Em João 6:63 o Senhor Jesus nos diz: “O Espírito é o que vivifica”. Quando invocamos o nome do Senhor, estamos no Espírito e temos vida. Agora falta-nos a Palavra do Senhor como provisão de vida para que a vida divina em nós cresça e possamos expressar o Pai como filhos maduros.

A Luz da Vida

“Ao nascermos da luz, que é Cristo, nos tornamos filhos da luz, e não podemos admitir nenhuma treva em nós, nenhum pecado, nenhum sentimento ou desejos malignos. Como filhos da luz devemos andar e agir na luz, buscando sempre o que é agradável ao Senhor ( Efésios5:8-10). Não podemos ser cúmplices das obras das trevas, pelo contrário, devemos reprová-las, pois apenas mencionar o que os pecadores fazem já é vergonhoso (vs.11,12). Tudo o que é colocado sob a luz torna-se exposto, é manifestado por Deus. Por exemplo, se você for reprovado ou criticado por alguém, não importando se essa pessoa tenha ou não razão, não se desculpe nem se justifique, mas vá ao Senhor e pergunte-Lhe:”Senhor, eu sou realmente aquilo que disseram de mim? Senhor, eu dei razão para que falassem aquilo?” Isso fará com que a luz de Deus brilhe sobre você. Se Deus indicar que o que foi dito de você é verdade, esse será o momento de arrepender-se e ser purificado pelo sangue de Jesus. Mas se a luz não reprovar nem condenar você, isso será ainda melhor, pois essa situação de crítica levou você a, uma vez mais, ir ao Senhor e ter comunhão com Ele. Portanto, sempre que formos atribulados, sempre que passarmos por sofrimento ou aflição, devemos buscar a luz de Deus. Se sofremos por causa de pecados, arrependemo-nos; se é uma provação permitida por Deus, devemos louvá-Lo e Nele esperar o livramento”

(Dong Yu Lan)

Somos filhos da Luz.

TEMPO

“Ao nascermos da luz, que é Cristo, nos tornamos filhos da luz, e não
podemos admitir nenhuma treva em nós, nenhum pecado, nenhum sentimento
ou desejos malignos. Como filhos da luz devemos andar e agir na luz,
buscando sempre o que é agradável ao Senhor ( Ef 5:8-10). Não podemos
ser cúmplices das obras das trevas, pelo contrário, devemos reprová-las, pois apenas mencionar o que os pecadores fazem já é vergonhoso (vs.11,12). Tudo o que é colocado sob a luz torna-se exposto, é manifestado por Deus. Por exemplo, se você for reprovado ou criticado por alguém, não importando se essa pessoa tenha ou não razão, não se desculpe nem se justifique, mas vá ao Senhor e pergunte-Lhe:”Senhor, eu sou realmente aquilo que disseram de mim? Senhor, eu dei razão para que falassem aquilo?” Isso fará com que a luz de Deus brilhe sobre você. Se Deus indicar que o que foi dito de você é verdade, esse será o momento de arrepender-se e ser purificado pelo sangue de Jesus. Mas se a luz não reprovar nem condenar você, isso será ainda melhor, pois essa situação de crítica levou você a, uma vez mais, ir ao Senhor e ter comunhão com Ele. Portanto, sempre que formos atribulados, sempre que passarmos por sofrimento ou aflição, devemos buscar a luz de Deus. Se sofremos por causa de pecados, arrependemo-nos; se é uma provação permitida por Deus, devemos louvá-Lo e Nele esperar o livramento”
Dong Yu Lan

Simplesmente,Amo!

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…aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus…

O Senhor é rico para com todos aqueles que O invocam.

IDENTIFICADOS PELO INVOCAR
No início do viver da igreja em Jerusalém era fácil identificar quem cria em Jesus, pois os irmãos tinham a prática de invocar Seu nome. Foi justamente por esse nome e por essa prática que se levantou uma perseguição aos santos por parte dos judeus. Em Atos 5:40-42, lemos que as autoridades judaicas, “chamando os apóstolos, açoitaram-nos e, ordenando-lhes que não falassem em o nome de Jesus, os soltaram. E eles se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome. E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo”.
Um dos maiores perseguidores dos que invocavam o nome do Senhor foi Saulo, mais tarde chamado Paulo. Ele presenciou a morte de Estêvão, pois os que o apedrejavam deixaram as vestes aos seus pés (7:58; 8:1a). Nesse mesmo dia “levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém; e todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e Samaria” (v. 1b). Por invocarem o nome do Senhor, os santos eram presos. Antes eles conseguiam proclamar esse nome publicamente e de casa em casa, mas agora todos se ocultavam ou fugiam com medo de ser preso por Saulo, que “assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (v. 3).
Uma vez que invocar o nome do Senhor era motivo de perseguição, aprisionamento e até morte, os próprios apóstolos já não podiam fazê-lo publicamente, embora esse fosse o ministério inicial deles. O Senhor, porém, nunca se deixa derrotar por Seu inimigo e sempre conduz tudo segundo Sua vontade e providência. A dispersão dos irmãos serviu para a propagação do evangelho, pois “os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra” (v. 4).
O Senhor ainda queria levar mais pessoas a invocar Seu nome e, para isso, precisava de um vaso especial, um instrumento escolhido, que foi o próprio Saulo. Em Atos 9:1-3, vemos como o Senhor conduziu todas as coisas segundo Sua providência para conquistá-lo. Saulo respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor e pediu ao sumo sacerdote cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de levar presos para Jerusalém os que invocavam o nome do Senhor. Contudo, ao aproximar-se de Damasco, uma luz do céu de repente brilhou ao seu redor. Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (vs. 4-6). Os companheiros de viagem de Paulo pararam emudecidos, pois ouviam a voz, mas não viam ninguém. Quando ele se levantou e abriu os olhos, estava cego; e foi conduzido para Damasco, onde ficou três dias sem ver, e nada comeu nem bebeu.
Com esse chamamento especial, o Senhor já preparava alguém para dar continuidade ao ministério de invocar o Seu nome. Paulo se tornou esse instrumento para levar o nome do Senhor tanto para os reis como para os gentios. Por meio dele, o nome do Senhor foi pregado em toda a Ásia e chegou também até a Europa. Aleluia!

 Você alguma vez já foi perseguido por invocar o nome do Senhor?

Alimento Diário

Jesus é o SENHOR!

A salvação vem pelo invocar o nome do Senhor.

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Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome (Jo 20:30-31)

(Mateus 6:9; Atos 2:21; Romanos 10:12-13; 1Coríntios 10:4; 12:3; Hebreus 10:19-20)

Na vida da igreja devemos buscar sempre o que conduz à vida, pois ainda precisamos crescer na vida divina. Uma vez firmados nela, não seremos abalados por coisa alguma. Além disso, quando estamos bem alimentados, conseguimos discernir as mentiras do inimigo, que tenta nos desviar de nosso foco, que é trazer o reino dos céus para a terra.

Ainda falando de Mateus 5, 6 e 7, não podemos deixar de enfatizar nossa necessidade de santificar o nome do Senhor (Mt 6:9), invocando-o. Quando invocamos o nome do Senhor Jesus, nós comemos da árvore da vida e somos fortalecidos para resistir ao inimigo. Invocar o Seu nome nos faz estar no Espírito, e o Espírito é o que dá vida (1 Co 12:3; 15:45b). Também ao confessarmos o nome do Senhor, voltamos nossa mente ao espírito e não nos distraímos com outras coisas. Por isso, quanto mais invocamos Seu nome, mais ganharemos vida e mais salvos seremos de todo engano (Rm 10:13).

Em Atos 1:8 o Senhor havia dito aos discípulos que eles receberiam poder ao descer sobre eles o Espírito Santo e que seriam testemunhas do Senhor até os confins da terra. Esse versículo mostra claramente que o derramamento do Espírito tinha como finalidade tornar aqueles discípulos testemunhas do Senhor.

O Espírito foi derramado no dia de Pentecostes, mas os que ouviam a pregação não queriam aceitar aquelas palavras. Muitos deles, cinquenta dias antes, haviam clamado a Pilatos que crucificasse Jesus. Agora, atônitos por verem aqueles galileus falando em suas próprias línguas maternas, não sabiam o que estava acontecendo. Alguns entre eles zombavam e diziam que os discípulos estavam embriagados. Todavia Pedro passou a pregar com intrepidez e, citando o profeta Joel, falou-lhes do que aconteceria nos últimos dias e de como eles poderiam ser salvos: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2:32).

Embora existam muitas manifestações do Espírito, como dons de línguas, profecias, visões, prodígios e sinais, o que de fato pode salvar o homem, o que pode conectá-lo à vida de Deus é invocar o nome do Senhor Jesus (4:12). Se quisermos ser salvos, bem como conduzir outros à salvação, o caminho é pregar-lhes o evangelho, levando-os a invocar o nome do Senhor.

Invocar o nome do Senhor para ser salvo e ganhar vida.

INVOCAR O NOME DO SENHOR.

Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos. (At 4:12)

Paulo não teve oportunidade de conviver com o Senhor Jesus quando Ele esteve na terra, pois sequer O conheceu, mas foi fiel em registrar em suas epístolas as revelações que recebera a respeito da economia neotestamentária de Deus.

Os doze discípulos, por sua vez, andaram com o Senhor Jesus durante três anos e meio, durante os quais o Senhor pôde treiná-los pessoalmente, não apenas por meio de ensinamentos, mas usando situações, eventos e pessoas. Além disso, após Sua morte e ressurreição, o Senhor deu aos discípulos a comissão de pregar o evangelho (Mt 28:19; Mc 16:15). Antes de ascender aos céus, durante quarenta dias, o Senhor Jesus apareceu a eles e lhes falou das coisas concernentes ao reino de Deus (At 1:3).

Com a ascensão do Senhor, os discípulos precisariam aprender a contatá-Lo por meio do Espírito, o que exigia um exercício constante. Então, em Atos 2, no dia de Pentecostes, cento e vinte irmãos estavam em oração quando o Espírito foi derramado, e todos eles passaram a falar em línguas aos judeus que haviam vindo a Jerusalém de diversas partes do mundo (vs. 1-4).

Uma vez que os judeus não podiam entender o que estava acontecendo, Pedro levantou-se e disse que aqueles homens não estavam embriagados, mas estava se cumprindo o que havia sido profetizado pelo profeta Joel (Jl 2:28-32). Apesar de todas aquelas manifestações exteriores do Espírito citadas na profecia, o mais importante é que todos ali fossem salvos por meio de invocar o nome do Senhor; por isso Pedro apresentou esta porção da Palavra que dizia: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (At 2:21). Naquele dia quase três mil aceitaram a Palavra e foram batizados (v. 41), e rapidamente o número de homens crentes subiu a quase cinco mil (4:4). Dessa forma, os apóstolos levaram adiante a comissão de ajudar outros a invocar o nome do Senhor.
(Dong Yu Lan)